sábado, 27 de outubro de 2007

Cap. III

Quando acendeu a luz, olhou na direção do quadro, fixou seu olhar nas mãos e irradiou de uma forma cintilante e translúcida brilhando em todas direções. Deu passos em direção aquela figura, passou em frente de todos os outros, que ficaram paralisados. Quando a porta de marfim escondida por de trás de tantas imagens se abre, era Onurb anunciando intrusos:
- Desculpe interromper legisladora mas algumas pessoas, pode ser aquelas que foram presas no santuário, uma delas carrega o bastão d2 (1) – falou sobre o bastão com suavidade na voz - gostariam de te ver, te esperam na entrada do santuário. O que faço?
- Nada pode deixar que já vou!!
Síaht, rapidamente se vestiu com uma de suas melhores roupas. Agarrou o bastão a3, e foi ao encontro. Não sabia o que iria encontrar pela frente, na ânsia do encontro, foi abrindo caminho entre as arvores. De longe já os avistou eram: Ílóen de Lichacovski, Gifroth Feltrini e Yveth Lozovéi – antigos amigos.
Síaht arrastou os pés até uma pedra, a qual a deixava nivelada à altura dos dois, e levantou a cabeça, tão atemorizada como da primeira vez em que viu aquele pedaço de pedra esculpido, e antes de mais nada disse:
- Posso ver que estão de posse do d2. O que posso fazer para torna-lo meu? Uma fria e sussurrante brisa soprava sobre eles.
O d2 é nosso e ninguém o tira de nós. – os três responderam juntos.

Com um ar de suspensse em seu rosto, Síaht manda chamar Aidualc – Chefe de cozinha do alto escalão. E os convidam para um delicioso banquete, que só os reis tinham acesso(2) .

- Prepare um de nossos melhores Eudnuf, temos visita esta noite.

Adentraram o santuário com longas reverencias a Síaht. Aguardando impacientemente pelo tão aguardado Eudnuf. Já na mesa da parte superior do santuário, começaram a conversar sobre a Ilha:
- Pretendemos ficar por aqui alguns dias, esse lugar é fascinante e queremos conhecer os sete mares deste lugar belíssimo.- e o roxo tomou conta do lugar, e a neblina foi ficando rarefeita até sumir, Ílóen quando fala solta uma forte brisa roxa que irradia.
- Claro! Concederei permissão. E Desculpem o mal entendido na Antecâmara, mandarei punir quem vos prenderam! Estávamos em alerta máximo naquele dia, e não sabiamos que vocês viriam. Tenho certeza que gostaram da parte norte da ilha. O Pergaminho(3) será devolvido a vocês o mais rápido possível – Quando entra rapidamente Aidualc com o saboroso prato típico da ilha o famoso Eudnuf!!

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1 - No inicio toda a força da criação do universo foi centralizada em uma única arvore. O poder do Bem e do Mal. Depois do primeiro homem experimentar do seu fruto, o poder foi separado. Arvore foi derrubada e de sua lenha foram feitos 3 bastões que continham o Mal, e quatro que continham o poder do Bem. Esses bastões foram distribuídos aos Legisladores.
2 - Repare como Síaht recebe Lichacovisk, Feltrini e Lozovéi.
3 - Mais tarde o assunto pergaminho será muito importante.

Cap. II

Enquanto estavam nas masmorras da parte norte da ilha, os presos começaram a usar seus cérebros a procurar por uma saída. A guerreira branca: Ílóen de Lichacovski, a mais emotiva dos três, chora por não conseguir pensar em algo. A sacerdotisa de preto: Ýveth Lózovey, pede ao Deus supremo que ilumine os caminhos tão tortuosos que ela e seus companheiros de missão seguem.
Então como se do nada o Guardião das escrituras sagradas: Gifroth Feltrini olha para o chão ao seu redor e encontra uma pedra, lembra-se de onde já havia visto ela:
- Sim, mas é claro! - exclama ele lembrando-se do objeto. Aquela era a pedra branca de Ligóneth, o Deus que regia em seu coração, ao pega-la Gifroth pede a Yveth que faça o ritual de seu Deus, Ligóneth, o Deus da Compaixão e da Coragem. Após o ritual. Como se num passe de mágica, a cela se destranca deixando-os livre para fugir. então, Íloem Lichacovski comunica-se com Lóylen Fithth, o Deus supremo que somente ela conseguia falar. Então Lóylen, como se numa benção divina transporta-os até Síath.