- Síaht! - disse Ýveth, até então calada.
- Aquietai-vos!! - Síath fala. O silêncio estremeceu o corpo dos três intrusos. O olhar que Síath lançou sobre eles era tão frio que podiam sentir a dor do congelamento em seus ossos.
- Se vocês estiverem mesmos dispostos em conseguir o Bastão a3, para lhe a ajudar em essa tal guerra, darei a vós a chance de conseguí-lo.
Gifroth e Ýveth se encheram de esperança. Mas algo no tem de voz da Legisladora não conseguiu convencer Lichacovski. - Para isso - continuou a Ilustríssima:
- Vocês precisarão passar por quatro desafios: Primeiramente terão de conseguir a mais bela flor de Rolf , que fica no topo da montanha, no centro da Ilha, terão 3 noites e 2dias. Se falharem...
Nem era preciso terminar a frase eles sabiam que a morte os espreitava. Sem perder tempo, eles saíram do templo em busca do pedido da Suprema. Ainda no santuário, Síath sabia que por muitos motivos eles não conseguiriam realizar a prova.
domingo, 4 de novembro de 2007
Cap. IV
Ao trazer a iguaria da Ilha Aidualc concedeu a cada um dos presentes um tipo de bastão estranho: Era pequeno, em uma ponta - na qual se segura o bastonete - era redonda, e outra bifurcada com duas longas pontas , na qual se espetava frutas Ilhescas para se passar no Eudnuf. Realmente era uma iguaria já mais encontrada em lugar algum. O primeiro parecia ser feito de algum derivado dos leites terráquios, algo que chamam na ilha de “Ojique”, Síath preferiu não comê-lo, havia algo de estranho. O segundo mais gostoso que o primeiro, era feito de um material viscoso e marrom.
Se não fosse Síath comer também os outros guerreiros não comeriam achando que era feito de algo parecido com esterco.
Após o banquete, no qual não se discutiu o caso dos Bastões, Síath levou os convidados até o templo de Líanothig(4) : Deus dos bons negócios, tanto da ilha quanto dos guerreiros.
Então, Síath exibiu seu bastão a3. Era lindo. Por ser pequeno ficava perfeito nas mãos de Síath. Tinha na ponta superior uma grande flor, logo Íloén soube que era a flor símbolo da Ilha: A Flor de Rolf. Encontrada somente ali... com propriedades curativas quase mágicas. Da base do caule da flor de Rolf saía suas raízes, as quais enfeitavam e se alongavam por todo o Bastão.
- O que querem pelo Bastão d2? - perguntou novamente Síath autoritária.
- Nada... Viemos por outro motivo, Grande Legisladora. - respondeu Gifroth, de semelhante autoridade.
- Minha grande amiga - começou Íloen - pedimos a ajuda da Ilha e de seus guerreiros para uma batalha que nos espera: A Grande Batalha Final dos Dois Universos. O que fará por nós, que nunca lhe faltamos?
______________________
4 - Síaht mostra o seu lado de crenças.
Se não fosse Síath comer também os outros guerreiros não comeriam achando que era feito de algo parecido com esterco.
Após o banquete, no qual não se discutiu o caso dos Bastões, Síath levou os convidados até o templo de Líanothig(4) : Deus dos bons negócios, tanto da ilha quanto dos guerreiros.
Então, Síath exibiu seu bastão a3. Era lindo. Por ser pequeno ficava perfeito nas mãos de Síath. Tinha na ponta superior uma grande flor, logo Íloén soube que era a flor símbolo da Ilha: A Flor de Rolf. Encontrada somente ali... com propriedades curativas quase mágicas. Da base do caule da flor de Rolf saía suas raízes, as quais enfeitavam e se alongavam por todo o Bastão.
- O que querem pelo Bastão d2? - perguntou novamente Síath autoritária.
- Nada... Viemos por outro motivo, Grande Legisladora. - respondeu Gifroth, de semelhante autoridade.
- Minha grande amiga - começou Íloen - pedimos a ajuda da Ilha e de seus guerreiros para uma batalha que nos espera: A Grande Batalha Final dos Dois Universos. O que fará por nós, que nunca lhe faltamos?
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4 - Síaht mostra o seu lado de crenças.
sábado, 27 de outubro de 2007
Cap. III
Quando acendeu a luz, olhou na direção do quadro, fixou seu olhar nas mãos e irradiou de uma forma cintilante e translúcida brilhando em todas direções. Deu passos em direção aquela figura, passou em frente de todos os outros, que ficaram paralisados. Quando a porta de marfim escondida por de trás de tantas imagens se abre, era Onurb anunciando intrusos:
- Desculpe interromper legisladora mas algumas pessoas, pode ser aquelas que foram presas no santuário, uma delas carrega o bastão d2 (1) – falou sobre o bastão com suavidade na voz - gostariam de te ver, te esperam na entrada do santuário. O que faço?
- Nada pode deixar que já vou!!
Síaht, rapidamente se vestiu com uma de suas melhores roupas. Agarrou o bastão a3, e foi ao encontro. Não sabia o que iria encontrar pela frente, na ânsia do encontro, foi abrindo caminho entre as arvores. De longe já os avistou eram: Ílóen de Lichacovski, Gifroth Feltrini e Yveth Lozovéi – antigos amigos.
Síaht arrastou os pés até uma pedra, a qual a deixava nivelada à altura dos dois, e levantou a cabeça, tão atemorizada como da primeira vez em que viu aquele pedaço de pedra esculpido, e antes de mais nada disse:
- Posso ver que estão de posse do d2. O que posso fazer para torna-lo meu? Uma fria e sussurrante brisa soprava sobre eles.
O d2 é nosso e ninguém o tira de nós. – os três responderam juntos.
Com um ar de suspensse em seu rosto, Síaht manda chamar Aidualc – Chefe de cozinha do alto escalão. E os convidam para um delicioso banquete, que só os reis tinham acesso(2) .
- Prepare um de nossos melhores Eudnuf, temos visita esta noite.
Adentraram o santuário com longas reverencias a Síaht. Aguardando impacientemente pelo tão aguardado Eudnuf. Já na mesa da parte superior do santuário, começaram a conversar sobre a Ilha:
- Pretendemos ficar por aqui alguns dias, esse lugar é fascinante e queremos conhecer os sete mares deste lugar belíssimo.- e o roxo tomou conta do lugar, e a neblina foi ficando rarefeita até sumir, Ílóen quando fala solta uma forte brisa roxa que irradia.
- Claro! Concederei permissão. E Desculpem o mal entendido na Antecâmara, mandarei punir quem vos prenderam! Estávamos em alerta máximo naquele dia, e não sabiamos que vocês viriam. Tenho certeza que gostaram da parte norte da ilha. O Pergaminho(3) será devolvido a vocês o mais rápido possível – Quando entra rapidamente Aidualc com o saboroso prato típico da ilha o famoso Eudnuf!!
_____________________________
1 - No inicio toda a força da criação do universo foi centralizada em uma única arvore. O poder do Bem e do Mal. Depois do primeiro homem experimentar do seu fruto, o poder foi separado. Arvore foi derrubada e de sua lenha foram feitos 3 bastões que continham o Mal, e quatro que continham o poder do Bem. Esses bastões foram distribuídos aos Legisladores.
2 - Repare como Síaht recebe Lichacovisk, Feltrini e Lozovéi.
3 - Mais tarde o assunto pergaminho será muito importante.
- Desculpe interromper legisladora mas algumas pessoas, pode ser aquelas que foram presas no santuário, uma delas carrega o bastão d2 (1) – falou sobre o bastão com suavidade na voz - gostariam de te ver, te esperam na entrada do santuário. O que faço?
- Nada pode deixar que já vou!!
Síaht, rapidamente se vestiu com uma de suas melhores roupas. Agarrou o bastão a3, e foi ao encontro. Não sabia o que iria encontrar pela frente, na ânsia do encontro, foi abrindo caminho entre as arvores. De longe já os avistou eram: Ílóen de Lichacovski, Gifroth Feltrini e Yveth Lozovéi – antigos amigos.
Síaht arrastou os pés até uma pedra, a qual a deixava nivelada à altura dos dois, e levantou a cabeça, tão atemorizada como da primeira vez em que viu aquele pedaço de pedra esculpido, e antes de mais nada disse:
- Posso ver que estão de posse do d2. O que posso fazer para torna-lo meu? Uma fria e sussurrante brisa soprava sobre eles.
O d2 é nosso e ninguém o tira de nós. – os três responderam juntos.
Com um ar de suspensse em seu rosto, Síaht manda chamar Aidualc – Chefe de cozinha do alto escalão. E os convidam para um delicioso banquete, que só os reis tinham acesso(2) .
- Prepare um de nossos melhores Eudnuf, temos visita esta noite.
Adentraram o santuário com longas reverencias a Síaht. Aguardando impacientemente pelo tão aguardado Eudnuf. Já na mesa da parte superior do santuário, começaram a conversar sobre a Ilha:
- Pretendemos ficar por aqui alguns dias, esse lugar é fascinante e queremos conhecer os sete mares deste lugar belíssimo.- e o roxo tomou conta do lugar, e a neblina foi ficando rarefeita até sumir, Ílóen quando fala solta uma forte brisa roxa que irradia.
- Claro! Concederei permissão. E Desculpem o mal entendido na Antecâmara, mandarei punir quem vos prenderam! Estávamos em alerta máximo naquele dia, e não sabiamos que vocês viriam. Tenho certeza que gostaram da parte norte da ilha. O Pergaminho(3) será devolvido a vocês o mais rápido possível – Quando entra rapidamente Aidualc com o saboroso prato típico da ilha o famoso Eudnuf!!
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1 - No inicio toda a força da criação do universo foi centralizada em uma única arvore. O poder do Bem e do Mal. Depois do primeiro homem experimentar do seu fruto, o poder foi separado. Arvore foi derrubada e de sua lenha foram feitos 3 bastões que continham o Mal, e quatro que continham o poder do Bem. Esses bastões foram distribuídos aos Legisladores.
2 - Repare como Síaht recebe Lichacovisk, Feltrini e Lozovéi.
3 - Mais tarde o assunto pergaminho será muito importante.
Cap. II
Enquanto estavam nas masmorras da parte norte da ilha, os presos começaram a usar seus cérebros a procurar por uma saída. A guerreira branca: Ílóen de Lichacovski, a mais emotiva dos três, chora por não conseguir pensar em algo. A sacerdotisa de preto: Ýveth Lózovey, pede ao Deus supremo que ilumine os caminhos tão tortuosos que ela e seus companheiros de missão seguem.
Então como se do nada o Guardião das escrituras sagradas: Gifroth Feltrini olha para o chão ao seu redor e encontra uma pedra, lembra-se de onde já havia visto ela:
- Sim, mas é claro! - exclama ele lembrando-se do objeto. Aquela era a pedra branca de Ligóneth, o Deus que regia em seu coração, ao pega-la Gifroth pede a Yveth que faça o ritual de seu Deus, Ligóneth, o Deus da Compaixão e da Coragem. Após o ritual. Como se num passe de mágica, a cela se destranca deixando-os livre para fugir. então, Íloem Lichacovski comunica-se com Lóylen Fithth, o Deus supremo que somente ela conseguia falar. Então Lóylen, como se numa benção divina transporta-os até Síath.
Então como se do nada o Guardião das escrituras sagradas: Gifroth Feltrini olha para o chão ao seu redor e encontra uma pedra, lembra-se de onde já havia visto ela:
- Sim, mas é claro! - exclama ele lembrando-se do objeto. Aquela era a pedra branca de Ligóneth, o Deus que regia em seu coração, ao pega-la Gifroth pede a Yveth que faça o ritual de seu Deus, Ligóneth, o Deus da Compaixão e da Coragem. Após o ritual. Como se num passe de mágica, a cela se destranca deixando-os livre para fugir. então, Íloem Lichacovski comunica-se com Lóylen Fithth, o Deus supremo que somente ela conseguia falar. Então Lóylen, como se numa benção divina transporta-os até Síath.
domingo, 14 de outubro de 2007
Cápitulo I
A cena no santuário anterior contrastava enormemente com o esplendor proibido da antecâmara. Milhares de pontos de luz, como pirilampos na noite, emergiam de lâmpadas cerâmicas de óleo ao redor de uma câmara escavada na rocha natural. Diante deles, a começar a entrada, havia fileiras de homens, alguns sentados com as pernas cruzadas em esteiras de palha, todos inclinados sobre escrivaninhas baixas. Passos, e o tremular das arvores da entrada anunciavam intrusos, os homens se levantaram e foram para a ante sala, que guarda o santuário, duas pessoas de vestes escuras e uma clara, sobem as escadarias de acesso, essa era a ultima chance de penetrar no mistério que os obcecava. Com um só levantar do bastão derrubam todos os guardiões e adentram o santuário. Na pressa deixam cair na sala um rolo de pergaminhos e canetas com um ruído que momentaneamente distrai os escribas de seu trabalho.
- Procuramos por Síaht, a legisladora.- disse o de veste escura e cabelo enrolado.
E ouviram por uma voz audível, pouco mais que um sussurro, que soava tão velha quanto os deuses. Da escuridão Norag inclinou-se para a frente, apenas o suficiente para que seu rosto pudesse ser percebido através de um oscilante feixe de luz. Ele parecia desincorporado uma esfera gigantesca na escuridão:
- A pureza é a primeira das virtudes. Se achas que derrubar os guardiões com um truque farsante já é o bastante, não tens coragem de ver Síaht.
Epilef, com um salto pega o pergaminho já encharcado do chão, e leva aos escribas, que começam rapidamente a ler, traduzindo o que estava no manuscrito para a linguagem ILICA. Era resgatado a primeira carta de .C.C.
Onurb - mestre do exército - com sua habilidade, prende rapidamente os três, ladrões do Tesouro - pergaminho da ilha. E são levados para o norte da Ilha onde são temporariamente tidos como um mundo perdido.
(continua...)
Garon Piceli
- Procuramos por Síaht, a legisladora.- disse o de veste escura e cabelo enrolado.
E ouviram por uma voz audível, pouco mais que um sussurro, que soava tão velha quanto os deuses. Da escuridão Norag inclinou-se para a frente, apenas o suficiente para que seu rosto pudesse ser percebido através de um oscilante feixe de luz. Ele parecia desincorporado uma esfera gigantesca na escuridão:
- A pureza é a primeira das virtudes. Se achas que derrubar os guardiões com um truque farsante já é o bastante, não tens coragem de ver Síaht.
Epilef, com um salto pega o pergaminho já encharcado do chão, e leva aos escribas, que começam rapidamente a ler, traduzindo o que estava no manuscrito para a linguagem ILICA. Era resgatado a primeira carta de .C.C.
Onurb - mestre do exército - com sua habilidade, prende rapidamente os três, ladrões do Tesouro - pergaminho da ilha. E são levados para o norte da Ilha onde são temporariamente tidos como um mundo perdido.
(continua...)
Garon Piceli
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